Sua empresa entrega o produto ou serviço — e, em troca, nasce um boleto: o compromisso de pagamento do cliente.
Quando a venda é parcelada — ou em modelo de assinatura recorrente — o cliente já recebe o produto ou serviço e vai pagando mês a mês.
Precisando de caixa para a operação e o estoque, o financeiro leva a carteira ao banco e antecipa o dinheiro — deixando os juros com o banco.
A partir da antecipação, quando o boleto é pago, o dinheiro não passa mais pela sua empresa: liquida direto no banco.
Em vez de ir ao banco, você antecipa a carteira no seu próprio fundo — e os juros, que antes iam embora, passam a remunerar a sua própria operação.
É exatamente aqui que entra o que muito empresário ainda não conhece.
O fundo pode captar recursos de investidores e virar um mecanismo de financiamento do crescimento do seu negócio.
Clientes e fornecedores financiados pelo seu fundo — uma nova linha de negócio dentro do grupo.
Mantendo o dinheiro investido dentro do fundo, não há incidência de come-cotas — um benefício raro hoje.
Enquadrado e operando da maneira correta, o fundo pode gerar diferimento de tributos dentro do ecossistema.
O FIDC proprietário abre frentes que antes ficavam com terceiros — e as devolve para dentro do seu grupo.
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